博链BroadChain获悉,4月23日 10:46,O CEO da Circle, Jeremy Allaire, afirmou recentemente na Coreia do Sul que não há planos para lançar uma stablecoin em won coreano no momento. Esta declaração contrasta com suas reuniões intensas com as principais instituições financeiras sul-coreanas em Seul, revelando uma mudança estratégica da empresa no mercado asiático.
O volume de transações do mercado de criptomoedas na Coreia do Sul representa cerca de 30% do global, mas as transações de altcoins chegam a 85%, enquanto Bitcoin e Ethereum juntos somam menos de 15%. Essa característica de mercado, que combina alta atividade com desequilíbrio estrutural, oferece oportunidades únicas para provedores de infraestrutura. A estratégia central da Circle é se integrar, não dominar.
As ações específicas incluem aprofundar a cooperação com a Dunamu, operadora da Upbit, e com a Bithumb, integrando os serviços do USDC nos principais pontos de entrada para transações. Além disso, Allaire se reuniu com instituições como Shinhan Bank, KB Financial Group, Woori Bank, Kakao Group, Hashed e Coinone, cobrindo pontos-chave como bancos, plataformas de tecnologia e exchanges.
Atualmente, o caminho regulatório para stablecoins na Coreia do Sul ainda não está claro, e há divergências entre os formuladores de políticas sobre os emissores. A Circle optou por evitar a competição pelo direito de emissão, focando em fornecer tecnologia subjacente e serviços de conexão para futuras stablecoins, independentemente de quem as emita. Isso marca uma evolução de seu papel de "emissor" para "provedor de infraestrutura".
Allaire também mencionou oportunidades para uma stablecoin em yuan chinês nos próximos 3 a 5 anos. Combinado com sua presença na Coreia do Sul, a estratégia asiática da Circle está se tornando cada vez mais clara: em um cenário futuro de múltiplas moedas soberanas e forte regulação, tornar-se um provedor de capacidade subjacente que conecta diferentes sistemas de stablecoins.
